Famílias atípicas passam a ter prioridade na rede municipal de saúde

por Diogo Ferreira da Costa publicado 18/05/2026 15h21, última modificação 18/05/2026 15h21

Foi sancionada a Lei nº 9.262, de autoria da vereadora Gilda Beatriz, que garante atendimento prioritário para mães, pais atípicos e tutores no município.

O termo “pais atípicos” é utilizado para definir responsáveis por crianças, adolescentes ou adultos com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento, doenças raras ou condições que demandem acompanhamento contínuo de saúde. Muitas dessas famílias enfrentam uma rotina intensa de consultas, terapias, exames e tratamentos médicos.

Com a nova legislação, o atendimento prioritário passa a valer para consultas, exames laboratoriais e de imagem, terapias, acompanhamento multiprofissional, acesso a medicamentos e demais serviços da rede municipal de saúde. A lei também prevê capacitação dos profissionais e ações de conscientização sobre os direitos dessas famílias.

A proposta busca reduzir as dificuldades enfrentadas diariamente por quem dedica grande parte da rotina aos cuidados de familiares com necessidades específicas, promovendo mais acolhimento, respeito e dignidade.

Segundo a vereadora Gilda Beatriz, o objetivo é garantir mais atenção para quem vive uma rotina permanente de cuidados.

“Essas famílias já enfrentam muitos desafios diariamente. O atendimento prioritário é uma forma de reconhecer essa realidade e oferecer mais acolhimento e respeito”, afirmou.